The effect of hypoglycaemia on neurocognitive outcome in children and adolescents with transient or persistent congenital hyperinsulinism.


Journal

Developmental medicine and child neurology
ISSN: 1469-8749
Titre abrégé: Dev Med Child Neurol
Pays: England
ID NLM: 0006761

Informations de publication

Date de publication:
04 2019
Historique:
accepted: 03 08 2018
pubmed: 25 9 2018
medline: 26 7 2019
entrez: 25 9 2018
Statut: ppublish

Résumé

To examine the hypoglycaemic effect on neurodevelopmental outcome in patients with transient and persistent congenital hyperinsulinism (CHI) born in the 21 A cohort of 117 patients (66 males, 51 females) with CHI aged 5 to 16 years (mean age 8y 11mo, SD 2y 7mo) were selected from a Finnish nationwide registry to examine all the patients with similar methods. Neurodevelopment was first evaluated retrospectively. The 83 patients with no risk factors for neurological impairment other than hypoglycaemia were recruited and 44 participated (24 males, 20 females; mean age 9y 7mo, SD 3y 1mo) in neuropsychological assessment with the Wechsler Intelligence Scale for Children, Fourth Edition and the Finnish version of the Developmental Neuropsychological Assessment, Second Edition domains of attention, language, memory, sensorimotor, and visual functioning. In retrospective analysis, transient and persistent CHI groups had similar prevalences of mild (22% and 18% respectively) or severe (5% and 7% respectively) neurodevelopmental difficulties. In clinical assessment, the neurocognitive profile was within the average range in both groups, but children with persistent CHI showed significant but restricted deficits in attention, memory, visual, and sensorimotor functions compared with the general population. The transient CHI group did not differ from the standardization samples. Besides the more apparent broader neurological deficits, children with persistent CHI have an increased risk for milder specific neurocognitive problems, which should be considered in the follow-up. Children with persistent congenital hyperinsulinism showed deficits in attention, memory, visual, and sensorimotor functions. The deficits were potentially of hypoglycaemic origin. Children with transient hyperinsulinism did not differ from the general population. EL EFECTO DE LA HIPOGLUCEMIA SOBRE EL RESULTADO NEUROCOGNITIVO EN NIÑOS Y ADOLESCENTES CON HIPERINSULINISMO CONGÉNITO TRANSITORIO O PERSISTENTE: OBJETIVO: Examinar el efecto hipoglucémico sobre el resultado del neurodesarrollo en pacientes nacidos en el siglo XXI con hiperinsulinismo congénito (HIC) transitorio y persistente. MÉTODO: Una cohorte de 117 pacientes (66 varones, 51 mujeres) con HIC de 5 a 16 años de edad (media de 8 años 11 meses, DS 2 años 7 meses) fueron seleccionados de un registro nacional finlandés para examinar a todos los pacientes con métodos similares. El neurodesarrollo se evaluó por primera vez de forma retrospectiva. Los 83 pacientes sin factores de riesgo para el deterioro neurológico distintos de la hipoglucemia fueron reclutados y 44 de ellos participaron (24 varones, 20 mujeres; edad media 9 años 7 meses, DS 3 años 1mes) en la evaluación neuropsicológica con la Escala de Inteligencia de Wechsler y la versión finlandesa de la Evaluación Neuropsicológica del desarrollo, segunda edición, incluyendo los dominios de atención, lenguaje, memoria, sensoriomotor y funcionamiento visual. RESULTADOS: En el análisis retrospectivo, los grupos de HIC transitorios y persistentes tuvieron prevalencias similares de dificultades del neurodesarrollo leves (22% y 18% respectivamente) o graves (5% y 7% respectivamente). En la evaluación clínica, el perfil neurocognitivo estuvo dentro del rango promedio en ambos grupos, pero los niños con HIC persistente mostraron déficits significativos pero restringidos en la atención, memoria, funciones visuales y sensomotrices en comparación con la población general. El grupo de HIC transitorio no difirió de las muestras de estandarización. INTERPRETACIÓN: Además de los déficits neurológicos más aparentes generalizados, los niños con HIC persistente tienen un mayor riesgo de presentar problemas neurocognitivos específicos más leves, que deben ser considerados en el seguimiento. O EFEITO DA HIPOGLICEMIA NO RESULTADO NEUROCOGNITIVO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM HIPERINSULINEMIA CONGÊNITA TRANSITÓRIA OU PERSISTENTE: OBJETIVO: Examinar o efeito hipoglicêmico no resultado neurodesenvolvimental em pacientes com hyperinsulinemia congênita (HIC) transitória ou persistente nascidas no século 21. MÉTODO: Uma coorte de 117 pacientes (66 do sexo masculino, 51 do sexo feminino) com HIC e idades de 5 a 16 anos (média de idade 8a 11m, DP 2a 7m) foram selecionados de um registro nacional finlandês para exame com métodos similares. Primeiramente, o neurodesenvolvimento foi avaliado retrospectivamente. Os 83 pacientes sem risco para deficiência neurológica além da hipoglicemia foram recrutados, e 44 participaram (24 do sexo masculino, 20 do sexo feminino; média de idade 9a 7m, DP 3a 1m) na avaliação neuropsicológica com a escala Wechsler de Inteligência, e a versão finlandesa da Avaliação Neuropsicológica Desenvolvimental, segunda edição, nos domínios de atenção, linguagem, memória, sensório-motor, e funcionamento visual. RESULTADOS: Na análise retrospective, os grupos com HIC transitória e persistente tiveram prevalências similares de dificuldades neurodesenvolvimentais leves (22% e 18% respectivamente) ou severa (5% e 7% respectivamente). Na avaliação clínica, o perfil neurocognitivo estava dentro da média para ambos os grupos, mas crianças com HIC persistente mostraram deficits significantes, mas restritos, nas funções de atenção, de memória, visuais e sensório-motoras comparado com a população em geral. O grupo com HIC transitória não diferiu das amostras padronizadas. INTERPRETAÇÃO: Além dos deficits neurológicos mais amplos e aparentes, crianças com HIC persistente têm risco aumentado de problemas neurocognitivos específicos leves, o que deve ser considerado no acompanhamento.

Autres résumés

Type: Publisher (spa)
EL EFECTO DE LA HIPOGLUCEMIA SOBRE EL RESULTADO NEUROCOGNITIVO EN NIÑOS Y ADOLESCENTES CON HIPERINSULINISMO CONGÉNITO TRANSITORIO O PERSISTENTE: OBJETIVO: Examinar el efecto hipoglucémico sobre el resultado del neurodesarrollo en pacientes nacidos en el siglo XXI con hiperinsulinismo congénito (HIC) transitorio y persistente. MÉTODO: Una cohorte de 117 pacientes (66 varones, 51 mujeres) con HIC de 5 a 16 años de edad (media de 8 años 11 meses, DS 2 años 7 meses) fueron seleccionados de un registro nacional finlandés para examinar a todos los pacientes con métodos similares. El neurodesarrollo se evaluó por primera vez de forma retrospectiva. Los 83 pacientes sin factores de riesgo para el deterioro neurológico distintos de la hipoglucemia fueron reclutados y 44 de ellos participaron (24 varones, 20 mujeres; edad media 9 años 7 meses, DS 3 años 1mes) en la evaluación neuropsicológica con la Escala de Inteligencia de Wechsler y la versión finlandesa de la Evaluación Neuropsicológica del desarrollo, segunda edición, incluyendo los dominios de atención, lenguaje, memoria, sensoriomotor y funcionamiento visual. RESULTADOS: En el análisis retrospectivo, los grupos de HIC transitorios y persistentes tuvieron prevalencias similares de dificultades del neurodesarrollo leves (22% y 18% respectivamente) o graves (5% y 7% respectivamente). En la evaluación clínica, el perfil neurocognitivo estuvo dentro del rango promedio en ambos grupos, pero los niños con HIC persistente mostraron déficits significativos pero restringidos en la atención, memoria, funciones visuales y sensomotrices en comparación con la población general. El grupo de HIC transitorio no difirió de las muestras de estandarización. INTERPRETACIÓN: Además de los déficits neurológicos más aparentes generalizados, los niños con HIC persistente tienen un mayor riesgo de presentar problemas neurocognitivos específicos más leves, que deben ser considerados en el seguimiento.
Type: Publisher (por)
O EFEITO DA HIPOGLICEMIA NO RESULTADO NEUROCOGNITIVO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM HIPERINSULINEMIA CONGÊNITA TRANSITÓRIA OU PERSISTENTE: OBJETIVO: Examinar o efeito hipoglicêmico no resultado neurodesenvolvimental em pacientes com hyperinsulinemia congênita (HIC) transitória ou persistente nascidas no século 21. MÉTODO: Uma coorte de 117 pacientes (66 do sexo masculino, 51 do sexo feminino) com HIC e idades de 5 a 16 anos (média de idade 8a 11m, DP 2a 7m) foram selecionados de um registro nacional finlandês para exame com métodos similares. Primeiramente, o neurodesenvolvimento foi avaliado retrospectivamente. Os 83 pacientes sem risco para deficiência neurológica além da hipoglicemia foram recrutados, e 44 participaram (24 do sexo masculino, 20 do sexo feminino; média de idade 9a 7m, DP 3a 1m) na avaliação neuropsicológica com a escala Wechsler de Inteligência, e a versão finlandesa da Avaliação Neuropsicológica Desenvolvimental, segunda edição, nos domínios de atenção, linguagem, memória, sensório-motor, e funcionamento visual. RESULTADOS: Na análise retrospective, os grupos com HIC transitória e persistente tiveram prevalências similares de dificuldades neurodesenvolvimentais leves (22% e 18% respectivamente) ou severa (5% e 7% respectivamente). Na avaliação clínica, o perfil neurocognitivo estava dentro da média para ambos os grupos, mas crianças com HIC persistente mostraram deficits significantes, mas restritos, nas funções de atenção, de memória, visuais e sensório-motoras comparado com a população em geral. O grupo com HIC transitória não diferiu das amostras padronizadas. INTERPRETAÇÃO: Além dos deficits neurológicos mais amplos e aparentes, crianças com HIC persistente têm risco aumentado de problemas neurocognitivos específicos leves, o que deve ser considerado no acompanhamento.

Identifiants

pubmed: 30246438
doi: 10.1111/dmcn.14039
doi:

Types de publication

Journal Article Research Support, Non-U.S. Gov't

Langues

eng

Pagination

451-457

Informations de copyright

© 2018 Mac Keith Press.

Auteurs

Liisa Muukkonen (L)

Department of Child Neurology, Siun sote North Karelia Central Hospital, Joensuu, Finland.
Coronaria Tietotaito, Joensuu, Finland.

Jonna Männistö (J)

Department of Paediatrics, Kuopio University Hospital, Kuopio, Finland.
Department of Paediatrics, University of Eastern Finland, Kuopio, Finland.

Jarmo Jääskeläinen (J)

Department of Paediatrics, Kuopio University Hospital, Kuopio, Finland.
Department of Paediatrics, University of Eastern Finland, Kuopio, Finland.

Riitta Hannonen (R)

Department of Psychology, Carea - Kymenlaakso Social and Health Services, Kotka, Finland.
Department of Psychology, University of Jyväskylä, Jyväskylä, Finland.

Hanna Huopio (H)

Department of Paediatrics, Kuopio University Hospital, Kuopio, Finland.

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