Transcranial direct current stimulation (tDCS) effects on traumatic brain injury (TBI) recovery: A systematic review.

neuronal plasticity non-invasive brain stimulation rehabilitation transcranial direct current stimulation traumatic brain injury

Journal

Dementia & neuropsychologia
ISSN: 1980-5764
Titre abrégé: Dement Neuropsychol
Pays: Brazil
ID NLM: 101506587

Informations de publication

Date de publication:
Historique:
entrez: 10 7 2019
pubmed: 10 7 2019
medline: 10 7 2019
Statut: ppublish

Résumé

Traumatic brain injury (TBI) is a major cause of chronic disability. Less than a quarter of moderate and severe TBI patients improved in their cognition within 5 years. Non-invasive brain stimulation, including transcranial direct current stimulation (tDCS), may help neurorehabilitation by boosting adaptive neuroplasticity and reducing pathological sequelae following TBI. we searched MEDLINE/PubMed and Web of Science databases. We used Jadad scale to assess methodological assumptions. the 14 papers included reported different study designs; 2 studies were open-label, 9 were crossover randomized clinical trials (RCTs), and 3 were parallel group RCTs. Most studies used anodal tDCS of the left dorsolateral prefrontal cortex, but montages and stimulation parameters varied. Multiple studies showed improved coma recovery scales in disorders of consciousness, and improved cognition on neuropsychological assessments. Some studies showed changes in neurophysiologic measures (electroencephalography (EEG) and transcranial magnetic stimulation (TMS), correlating with clinical findings. The main methodological biases were lack of blinding and randomization reports. tDCS is a safe, non-invasive neuromodulatory technique that can be given as monotherapy but may be best combined with other therapeutic strategies (such as cognitive rehabilitation and physical therapy) to further improve clinical cognitive and motor outcomes. EEG and TMS may help guide research due to their roles as biomarkers for neuroplasticity. A lesão cerebral traumática (TCE) é uma das principais causas de incapacidade crônica. Menos de um quarto dos pacientes com TCE moderada e grave melhoraram sua cognição dentro de cinco anos. A estimulação cerebral não invasiva, incluindo a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), pode ajudar na reabilitação neurológica, aumentando a neuroplasticidade adaptativa e reduzindo as sequelas patológicas após o TCE. pesquisamos os bancos de dados MEDLINE / PubMed e Web of Science. Usamos a escala de Jadad para avaliar os métodos utilizados nos ensaios clínicos. os 14 artigos incluídos relataram diferentes desenhos de estudo; 2 estudos foram abertos, 9 foram ensaios clínicos randomizados (ECRs) cruzados e 3 foram ECR de grupos paralelos. A maioria dos estudos utilizou a ETCC anódica do córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo, mas os parâmetros de montagem e estimulação variaram. Múltiplos estudos mostraram melhoras nas escalas de recuperação de coma em pacientes com distúrbios da consciência e melhora da cognição. Alguns estudos mostraram alterações nas medidas neurofisiológicas (eletroencefalografia (EEG) e estimulação magnética transcraniana (EMT)), correlacionando com os achados clínicos. Os principais vieses metodológicos foram a falta de relatos de cegamento e randomização. a ETCC é uma técnica neuromodulatória segura e não invasiva que pode ser administrada em monoterapia, mas a utilização da ETCC parece impulsionar os resultados clínicos quando combinada com outras estratégias terapêuticas (como reabilitação cognitiva e fisioterapia). O EEG e o EMT podem ajudar a orientar a pesquisa e tambem mensurar os ganhos clínicos por serem potenciais biomarcadores da neuroplasticidade.

Autres résumés

Type: Publisher (por)
A lesão cerebral traumática (TCE) é uma das principais causas de incapacidade crônica. Menos de um quarto dos pacientes com TCE moderada e grave melhoraram sua cognição dentro de cinco anos. A estimulação cerebral não invasiva, incluindo a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), pode ajudar na reabilitação neurológica, aumentando a neuroplasticidade adaptativa e reduzindo as sequelas patológicas após o TCE.

Identifiants

pubmed: 31285791
doi: 10.1590/1980-57642018dn13-020005
pmc: PMC6601308
doi:

Types de publication

Journal Article

Langues

eng

Pagination

172-179

Déclaration de conflit d'intérêts

Disclosure: The authors report no conflicts of interest.

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Auteurs

Ana Luiza Zaninotto (AL)

Speech and Feeding Disorders Lab, MGH Institute of Health Professions (MGH IHP), Boston, USA.

Mirret M El-Hagrassy (MM)

Neuromodulation Center, Spaulding Rehabilitation Hospital, Harvard Medical School (HMS), Boston, USA.

Jordan R Green (JR)

Speech and Feeding Disorders Lab, MGH Institute of Health Professions (MGH IHP), Boston, USA.

Maíra Babo (M)

Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Department of Neurology, São Paulo, SP, Brazil.

Vanessa Maria Paglioni (VM)

Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Department of Neurology, São Paulo, SP, Brazil.

Glaucia Guerra Benute (GG)

Coordinator of the Psychology Course, Centro Universitário São Camilo, SP, Brazil.

Wellingson Silva Paiva (WS)

Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Department of Neurology, São Paulo, SP, Brazil.

Classifications MeSH