Diagnosis and Treatment of Neuroleptic Malignant Syndrome in the Intensive Care Unit: A Case Report.

Intensive Care Units Neuroleptic Malignant Syndrome/diagnosis Neuroleptic Malignant Syndrome/therapy

Journal

Acta medica portuguesa
ISSN: 1646-0758
Titre abrégé: Acta Med Port
Pays: Portugal
ID NLM: 7906803

Informations de publication

Date de publication:
01 Jun 2021
Historique:
received: 27 10 2019
accepted: 03 04 2020
revised: 16 12 2019
pubmed: 1 10 2020
medline: 3 11 2021
entrez: 30 9 2020
Statut: ppublish

Résumé

Neuroleptic malignant syndrome is a neurological emergency caused by dysregulation of dopaminergic neurotransmission. While it is typically characterized by muscle rigidity, fever and altered mental status, it may have a heterogeneous and non-specific presentation, leading to delays in diagnosis and treatment. Treatment involves cessation of dopamine-receptor antagonists and supportive measures, but in more severe cases, bromocriptine, dantrolene, benzodiazepines and/or electroconvulsive therapy should be considered. We present the case of a 66-year-old man with severe neuroleptic malignant syndrome, diagnosed due to need for continuous invasive ventilation in an Intensive Care Unit, after successful treatment for respiratory sepsis. The patient recovered after electroconvulsive therapy and administration of bromocriptine. This unusually severe case illustrates the need for a high level of suspicion for neuroleptic malignant syndrome in critically ill patients with malignant catatonic syndromes, allowing for an early diagnosis and potentially lifesavingtreatment. A síndrome maligna dos neurolépticos é uma emergência neurológica causada pela desregulação da neurotransmissão dopaminérgica. Apesar de habitualmente caracterizada por rigidez muscular, febre e alteração do estado mental, pode apresentar-se de forma inespecífica e heterogénea, atrasando o diagnóstico e tratamento. O tratamento engloba a interrupção de antagonistas dos receptores dopaminérgicos, medidas de suporte e, em casos mais graves, bromocriptina, dantroleno, benzodiazepinas e/ou terapia electroconvulsiva. Neste artigo descrevemos o caso clínico de um homem de 66 anos com síndrome maligna dos neurolépticos grave, diagnosticada devido à necessidade de ventilação artificial continuada na Unidade de Cuidados Intensivos, após tratamento de uma sépsis respiratória. O doente melhorou significativamente após terapia electroconvulsiva e administração de bromocriptina. Este caso, de gravidade particular, sublinha a necessidade de manter um elevado nível de suspeita de síndrome maligna dos neurolépticos em doentes em estado crítico com síndromes catatónicos malignos, permitindo assim um diagnóstico precoce e tratamento dirigido.

Autres résumés

Type: Publisher (por)
A síndrome maligna dos neurolépticos é uma emergência neurológica causada pela desregulação da neurotransmissão dopaminérgica. Apesar de habitualmente caracterizada por rigidez muscular, febre e alteração do estado mental, pode apresentar-se de forma inespecífica e heterogénea, atrasando o diagnóstico e tratamento. O tratamento engloba a interrupção de antagonistas dos receptores dopaminérgicos, medidas de suporte e, em casos mais graves, bromocriptina, dantroleno, benzodiazepinas e/ou terapia electroconvulsiva. Neste artigo descrevemos o caso clínico de um homem de 66 anos com síndrome maligna dos neurolépticos grave, diagnosticada devido à necessidade de ventilação artificial continuada na Unidade de Cuidados Intensivos, após tratamento de uma sépsis respiratória. O doente melhorou significativamente após terapia electroconvulsiva e administração de bromocriptina. Este caso, de gravidade particular, sublinha a necessidade de manter um elevado nível de suspeita de síndrome maligna dos neurolépticos em doentes em estado crítico com síndromes catatónicos malignos, permitindo assim um diagnóstico precoce e tratamento dirigido.

Identifiants

pubmed: 32997617
doi: 10.20344/amp.13019
doi:

Substances chimiques

Benzodiazepines 12794-10-4
Dantrolene F64QU97QCR

Types de publication

Case Reports Journal Article

Langues

eng

Sous-ensembles de citation

IM

Pagination

464-467

Auteurs

Ana Maia (A)

Departament of Psychiatry and Mental Health. Hospital Egas Moniz. Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Lisboa. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas. Universidade NOVA de Lisboa. Lisboa. Champalimaud Research and Clinical Centre. Champalimaud Centre for the Unknown. Lisboa. b. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Campo Mártires da Pátria 130, 1169-056 Lisboa, Portugal c. Champalimaud Research and Clinical Centre, Champalimaud Centre for the Unkown, Lisboa, Portugal.

Gonçalo Cotovio (G)

Departament of Psychiatry and Mental Health. Hospital Egas Moniz. Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Lisboa. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas. Universidade NOVA de Lisboa. Lisboa. Champalimaud Research and Clinical Centre. Champalimaud Centre for the Unknown. Lisboa. b. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Campo Mártires da Pátria 130, 1169-056 Lisboa, Portugal c. Champalimaud Research and Clinical Centre, Champalimaud Centre for the Unkown, Lisboa, Portugal.

Bernardo Barahona-Corrêa (B)

Departament of Psychiatry and Mental Health. Hospital Egas Moniz. Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Lisboa. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas. Universidade NOVA de Lisboa. Lisboa. Champalimaud Research and Clinical Centre. Champalimaud Centre for the Unknown. Lisboa. b. NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Campo Mártires da Pátria 130, 1169-056 Lisboa, Portugal c. Champalimaud Research and Clinical Centre, Champalimaud Centre for the Unkown, Lisboa, Portugal.

Albino J Oliveira-Maia (AJ)

Departament of Psychiatry and Mental Health. Hospital Egas Moniz. Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Lisboa. NOVA Medical School, Faculdade de Ciências Médicas. Universidade NOVA de Lisboa. Lisboa. Champalimaud Research and Clinical Centre. Champalimaud Centre for the Unknown. Lisboa. b. NOVA Medical School, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Campo Mártires da Pátria 130, 1169-056 Lisboa, Portugal c. Champalimaud Research and Clinical Centre, Champalimaud Centre for the Unkown, Lisboa, Portugal.

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