Anastomotic Leakages after Surgery for Gastroesophageal Cancer: A Systematic Review and Meta-Analysis on Endoscopic versus Surgical Management.
Anastomotic leak
Endoscopic treatment
Gastroesophageal cancer
Surgical treatment
Journal
GE Portuguese journal of gastroenterology
ISSN: 2341-4545
Titre abrégé: GE Port J Gastroenterol
Pays: Switzerland
ID NLM: 101685861
Informations de publication
Date de publication:
Jun 2023
Jun 2023
Historique:
received:
23
12
2021
accepted:
11
02
2022
medline:
30
6
2023
pubmed:
30
6
2023
entrez:
30
6
2023
Statut:
epublish
Résumé
With the increase of esophageal and gastric cancer, surgery will be more often performed. Anastomotic leakage (AL) is one of the most feared postoperative complications of gastroesophageal surgery. It can be managed by conservative, endoscopic (such as endoscopic vacuum therapy and stenting), or surgical methods, but optimal treatment remains controversial. The aim of our meta-analysis was to compare (a) endoscopic and surgical interventions and (b) different endoscopic treatments for AL following gastroesophageal cancer surgery. Systematic review and meta-analysis, with search in three online databases for studies evaluating surgical and endoscopic treatments for AL following gastroesophageal cancer surgery. A total of 32 studies comprising 1,080 patients were included. Compared with surgical intervention, endoscopic treatment presented similar clinical success, hospital length of stay, and intensive care unit length of stay, but lower in-hospital mortality (6.4% [95% CI: 3.8-9.6%] vs. 35.8% [95% CI: 23.9-48.5%]. Endoscopic vacuum therapy was associated with a lower rate of complications (OR 0.348 [95% CI: 0.127-0.954]), shorter ICU length of stay (mean difference -14.77 days [95% CI: -26.57 to -2.98]), and time until AL resolution (17.6 days [95% CI: 14.1-21.2] vs. 39.4 days [95% CI: 27.0-51.8]) when compared with stenting, but there were no significant differences in terms of clinical success, mortality, reinterventions, or hospital length of stay. Endoscopic treatment, in particular endoscopic vacuum therapy, seems safer and more effective when compared with surgery. However, more robust comparative studies are needed, especially for clarifying which is the best treatment in specific situations (according to patient and leak characteristics). Com o aumento da incidência de cancro esofágico e gástrico, a cirurgia será mais frequentemente realizada. As deiscências anastomóticas (DA) são uma das complicações pós-operatórias mais temidas da cirurgia gastroesofágica. Podem ser tratadas com métodos conservadores, endoscópicos (como terapêutica endoscópica por vácuo e colocação de próteses) ou cirúrgicos, mas a melhor abordagem ainda é controversa. O objetivo da nossa meta-análise foi a comparação a) entre intervenções endoscópicas e cirúrgicas e b) entre diferentes tratamentos endoscópicos para a DA após cirurgia oncológica gastroesofágica. Revisão sistemática e meta-análise, com pesquisa em 3 bases de dados online de estudos que avaliassem tratamentos cirúrgicos e endoscópicos da DA após cirurgia oncológica gastroesofágica. Um total de 32 estudos englobando 1,080 pacientes foram incluídos. Comparativamente à intervenção cirúrgica, o tratamento endoscópico apresentou sucesso clínico, duração do internamento hospitalar e do internamento na unidade de cuidados intensivos semelhantes, mas menor mortalidade intra-hospitalar (6.4% [95% CI: 3.8–9.6%] vs. 35.8% [95% CI: 23.9–48.5%]). A terapêutica endoscópica por vácuo associou-se a menor taxa de complicações (OR 0.348 [95% CI: 0.127–0.954]), menor duração do internamento na UCI (diferença média −14.77 dias [95% CI: −26.57 to −2.98]) e do tempo até resolução da DA (17.6 dias [95% CI: 14.1–21.2] vs. 39.4 dias [95% CI: 27.0–51.8]) quando comparada com as próteses endoscópicas, mas não houve diferenças significativas em termos de sucesso clínico, mortalidade, reintervenções ou duração do internamento hospitalar. O tratamento endoscópico, em particular a terapêutica endoscópica por vácuo parece ser mais segura e efetiva em comparação com a cirurgia. Porém, estudos comparativos mais robustos são necessários, especialmente para clarificar qual o melhor tratamento em situações específicas (consoante as caraterísticas do paciente e da deiscência).
Autres résumés
Type: Publisher
(por)
Com o aumento da incidência de cancro esofágico e gástrico, a cirurgia será mais frequentemente realizada. As deiscências anastomóticas (DA) são uma das complicações pós-operatórias mais temidas da cirurgia gastroesofágica. Podem ser tratadas com métodos conservadores, endoscópicos (como terapêutica endoscópica por vácuo e colocação de próteses) ou cirúrgicos, mas a melhor abordagem ainda é controversa. O objetivo da nossa meta-análise foi a comparação a) entre intervenções endoscópicas e cirúrgicas e b) entre diferentes tratamentos endoscópicos para a DA após cirurgia oncológica gastroesofágica.
Identifiants
pubmed: 37387719
doi: 10.1159/000527769
pii: pjg-0030-0192
pmc: PMC10305273
doi:
Types de publication
Systematic Review
Langues
eng
Pagination
192-203Informations de copyright
Copyright © 2023 by The Author(s). Published by S. Karger AG, Basel.
Déclaration de conflit d'intérêts
Drs. Isabel Azevedo, Raquel Ortigão, Pedro Pimentel-Nunes, Pedro Bastos, and Diogo Libânio have no conflicts of interest or financial ties to disclose. Dr. Rui Silva has ties with Boston Scientific and Cook Medical. Dr. Mário Dinis-Ribeiro has ties with Medtronic, Boston, and Fujifilm.
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