A web-based survey to map the electromyography practice in Brazil.

Uma enquete via internet para mapear a prática de eletromiografia no Brasil.

Journal

Arquivos de neuro-psiquiatria
ISSN: 1678-4227
Titre abrégé: Arq Neuropsiquiatr
Pays: Germany
ID NLM: 0125444

Informations de publication

Date de publication:
Nov 2023
Historique:
medline: 4 12 2023
pubmed: 1 12 2023
entrez: 30 11 2023
Statut: ppublish

Résumé

 Detailed information about the electromyography practice in Brazil is largely unavailable.  To evaluate where and how electromyography is performed in Brazil, as well as regional disparities and the professional and academic credentials of electromyographers.  We conducted an internet-based survey of active Brazilian electromyographers. The websites of health insurance companies, professional academies, medical cooperatives, online search engines, and social networks in each Brazilian state were screened and we evaluated the credentials of each electromyographer listed in the Brazilian Federal Medical Board (BFMB) registration website and their online  We found 469 electromyographers (384 neurologists and 85 non-neurologists), with a male predominance. In total, 81.9% were BFMB-certified neurologists, 49.9%, BFMB-certified clinical neurophysiologists, and 10.4%, BFMB-certified physiatrists. Among the non-neurologists, 48.2% were physiatrists. Most electromyographers practiced in states on the Southern and Southeastern regions of Brazil. When adjusted by population, the Federal District and the states of Mato Grosso do Sul and Goiás presented the highest of eletromyographers density. Electromyographers were not more likely to have current/past academic affiliations.  In Brazil, electromyography is performed predominantly by neurologists, and half of them are BFMB-certified clinical neurophysiologists. The present study highlights regional disparities and may guide government-based initiatives, for instance, to improve the diagnosis of leprosy and the management of neuromuscular disorders within the Brazilian territory.  Informações detalhadas sobre a prática de eletromiografia no Brasil são em grande parte indisponíveis.  Avaliar onde e como a eletromiografia é realizada no Brasil, as disparidades regionais, e as credenciais profissionais e acadêmicas dos eletromiografistas. MéTODOS:  Realizamos uma enquete via internet de eletromiografistas brasileiros ativos. Foram rastreados sites de operadoras de planos de saúde, academias profissionais médicas, cooperativas médicas, ferramentas de busca online e redes sociais em cada estado brasileiro. Em seguida, avaliamos as credenciais de cada eletromiografista listado no site de registro do Conselho Federal de Medicina (CFM) e seus  Encontramos 469 eletromiografistas (384 neurologistas e 85 não neurologistas), com predominância do sexo masculino. Ao todo, 81,9% eram neurologistas com certificação confirmada pelo site do CFM, 49,9%, neurofisiologistas clínicos com certificação confirmada pelo site do CFM, e 10,4%, fisiatras com certificação confirmada pelo mesmo site. Entre os não neurologistas, 48,2% eram fisiatras. A maioria dos eletromiografistas atuava nos estados do Sul e do Sudeste. Quando ajustados pela população, o Distrito Federal e os estados de Mato Grosso do Sul e Goiás apresentaram a maior densidade de eletromiografistas. Os eletromiografistas não eram mais propensos a ter vínculos acadêmicos atuais/passados. CONCLUSãO:  No Brasil, a eletromiografia é realizada predominantemente por neurologistas, e metade deles são neurofisiologistas clínicos com certificação confirmada pelo site do CFM. Este estudo destacou as disparidades regionais, e pode orientar ações governamentais para, por exemplo, melhorar o diagnóstico da hanseníase e o manejo das doenças neuromusculares no território brasileiro.

Sections du résumé

BACKGROUND BACKGROUND
 Detailed information about the electromyography practice in Brazil is largely unavailable.
OBJECTIVE OBJECTIVE
 To evaluate where and how electromyography is performed in Brazil, as well as regional disparities and the professional and academic credentials of electromyographers.
METHODS METHODS
 We conducted an internet-based survey of active Brazilian electromyographers. The websites of health insurance companies, professional academies, medical cooperatives, online search engines, and social networks in each Brazilian state were screened and we evaluated the credentials of each electromyographer listed in the Brazilian Federal Medical Board (BFMB) registration website and their online
RESULTS RESULTS
 We found 469 electromyographers (384 neurologists and 85 non-neurologists), with a male predominance. In total, 81.9% were BFMB-certified neurologists, 49.9%, BFMB-certified clinical neurophysiologists, and 10.4%, BFMB-certified physiatrists. Among the non-neurologists, 48.2% were physiatrists. Most electromyographers practiced in states on the Southern and Southeastern regions of Brazil. When adjusted by population, the Federal District and the states of Mato Grosso do Sul and Goiás presented the highest of eletromyographers density. Electromyographers were not more likely to have current/past academic affiliations.
CONCLUSION CONCLUSIONS
 In Brazil, electromyography is performed predominantly by neurologists, and half of them are BFMB-certified clinical neurophysiologists. The present study highlights regional disparities and may guide government-based initiatives, for instance, to improve the diagnosis of leprosy and the management of neuromuscular disorders within the Brazilian territory.
ANTECEDENTES BACKGROUND
 Informações detalhadas sobre a prática de eletromiografia no Brasil são em grande parte indisponíveis.
OBJETIVO OBJECTIVE
 Avaliar onde e como a eletromiografia é realizada no Brasil, as disparidades regionais, e as credenciais profissionais e acadêmicas dos eletromiografistas. MéTODOS:  Realizamos uma enquete via internet de eletromiografistas brasileiros ativos. Foram rastreados sites de operadoras de planos de saúde, academias profissionais médicas, cooperativas médicas, ferramentas de busca online e redes sociais em cada estado brasileiro. Em seguida, avaliamos as credenciais de cada eletromiografista listado no site de registro do Conselho Federal de Medicina (CFM) e seus
RESULTADOS RESULTS
 Encontramos 469 eletromiografistas (384 neurologistas e 85 não neurologistas), com predominância do sexo masculino. Ao todo, 81,9% eram neurologistas com certificação confirmada pelo site do CFM, 49,9%, neurofisiologistas clínicos com certificação confirmada pelo site do CFM, e 10,4%, fisiatras com certificação confirmada pelo mesmo site. Entre os não neurologistas, 48,2% eram fisiatras. A maioria dos eletromiografistas atuava nos estados do Sul e do Sudeste. Quando ajustados pela população, o Distrito Federal e os estados de Mato Grosso do Sul e Goiás apresentaram a maior densidade de eletromiografistas. Os eletromiografistas não eram mais propensos a ter vínculos acadêmicos atuais/passados. CONCLUSãO:  No Brasil, a eletromiografia é realizada predominantemente por neurologistas, e metade deles são neurofisiologistas clínicos com certificação confirmada pelo site do CFM. Este estudo destacou as disparidades regionais, e pode orientar ações governamentais para, por exemplo, melhorar o diagnóstico da hanseníase e o manejo das doenças neuromusculares no território brasileiro.

Autres résumés

Type: Publisher (por)
 Informações detalhadas sobre a prática de eletromiografia no Brasil são em grande parte indisponíveis.

Identifiants

pubmed: 38035579
doi: 10.1055/s-0043-1777007
pmc: PMC10689099
doi:

Types de publication

Journal Article

Langues

eng

Sous-ensembles de citation

IM

Pagination

949-955

Informations de copyright

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Déclaration de conflit d'intérêts

The authors have no conflict of interest to declare.

Références

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pubmed: 32352971

Auteurs

José Lopes Tabatinga Neto (JLT)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

Gabriela Ejima Mie Basso (GEM)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

David Nunes de Lima (DN)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

Eduardo Soares Ferreira (ES)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

Denisse Sales Paula (DS)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

Antônio Miguel Furtado Leitão (AMF)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Anatomia e Ciências Morfofuncionais, Fortaleza CE, Brazil.

Antonio Brazil Viana (AB)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

Florian Patrick Thomas (FP)

Hackensack University Medical Center, Hackensack Meridian School of Medicine, Department of Neurology, Hackensack NJ, United States.

Francisco de Assis Aquino Gondim (FAA)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Clínica, Serviço de Neurofisiologia Clínica, Fortaleza CE, Brazil.

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