Long-COVID olfactory dysfunction: allele E4 of apolipoprotein E as a possible protective factor.

Disfunção olfativa na COVID longa: o alelo E4 da apolipoproteína E como um possível fator protetor.

Journal

Arquivos de neuro-psiquiatria
ISSN: 1678-4227
Titre abrégé: Arq Neuropsiquiatr
Pays: Germany
ID NLM: 0125444

Informations de publication

Date de publication:
Sep 2024
Historique:
medline: 19 7 2024
pubmed: 19 7 2024
entrez: 18 7 2024
Statut: ppublish

Résumé

 Olfactory dysfunction (OD) represents a frequent manifestation of the coronavirus disease 2019 (COVID-19). Apolipoprotein E (APOE) is a protein that interacts with the angiotensin-converting enzyme receptor, essential for viral entry into the cell. Previous publications have suggested a possible role of APOE in COVID-19 severity. As far as we know, no publications found significant associations between this disease's severity, OD, and APOE polymorphisms (E2, E3, and E4).  To analyze the epidemiology of OD and its relationship with APOE polymorphisms in a cohort of Long-COVID patients.  We conducted a prospective cohort study with patients followed in a post-COVID neurological outpatient clinic, with OD being defined as a subjective reduction of olfactory function after infection, and persistent OD being defined when the complaint lasted more than 3 months after the COVID-19 infection resolution. This cross-sectional study is part of a large research with previously reported data focusing on the cognitive performance of our sample.  The final sample comprised 221 patients, among whom 186 collected blood samples for APOE genotyping. The persistent OD group was younger and had a lower hospitalization rate during the acute phase of the disease (  Our study provides new information to these correlations, suggesting APOE E4 as a protective factor for OD.  A disfunção olfatória (DO) é uma manifestação frequente da doença do coronavírus 2019 (COVID-19). A apolipoproteína E (APOE) é uma proteína que interage com o receptor da enzima conversora de angiotensina, essencial para a entrada viral na célula. Publicações anteriores sugeriram um possível papel da APOE na gravidade da COVID-19. Até onde sabemos, nenhuma publicação encontrou associações significativas entre a gravidade dessa doença, DO e polimorfismos da APOE (E2, E3 e E4).  Analisar a epidemiologia da DO e sua relação com os polimorfismos do gene APOE em uma coorte de pacientes com COVID longa. MéTODOS:  Um estudo de coorte prospectiva com pacientes acompanhados em ambulatório neurológico pós-COVID, com DO sendo definida como uma redução subjetiva da função olfativa após a infecção e a DO persistente sendo definida quando a queixa durou mais de 3 meses após a resolução da infecção por COVID-19. Este estudo transversal é parte de uma pesquisa maior com dados anteriormente relatados, focando na performance cognitiva dos pacientes.  Foram selecionados 221 pacientes para esse estudo, dos quais 186 haviam coletado amostras de sangue para genotipagem APOE. O grupo DO persistente foi mais jovem e apresentou menor taxa de internação na fase aguda da doença (

Sections du résumé

BACKGROUND BACKGROUND
 Olfactory dysfunction (OD) represents a frequent manifestation of the coronavirus disease 2019 (COVID-19). Apolipoprotein E (APOE) is a protein that interacts with the angiotensin-converting enzyme receptor, essential for viral entry into the cell. Previous publications have suggested a possible role of APOE in COVID-19 severity. As far as we know, no publications found significant associations between this disease's severity, OD, and APOE polymorphisms (E2, E3, and E4).
OBJECTIVE OBJECTIVE
 To analyze the epidemiology of OD and its relationship with APOE polymorphisms in a cohort of Long-COVID patients.
METHODS METHODS
 We conducted a prospective cohort study with patients followed in a post-COVID neurological outpatient clinic, with OD being defined as a subjective reduction of olfactory function after infection, and persistent OD being defined when the complaint lasted more than 3 months after the COVID-19 infection resolution. This cross-sectional study is part of a large research with previously reported data focusing on the cognitive performance of our sample.
RESULTS RESULTS
 The final sample comprised 221 patients, among whom 186 collected blood samples for APOE genotyping. The persistent OD group was younger and had a lower hospitalization rate during the acute phase of the disease (
CONCLUSION CONCLUSIONS
 Our study provides new information to these correlations, suggesting APOE E4 as a protective factor for OD.
ANTECEDENTES BACKGROUND
 A disfunção olfatória (DO) é uma manifestação frequente da doença do coronavírus 2019 (COVID-19). A apolipoproteína E (APOE) é uma proteína que interage com o receptor da enzima conversora de angiotensina, essencial para a entrada viral na célula. Publicações anteriores sugeriram um possível papel da APOE na gravidade da COVID-19. Até onde sabemos, nenhuma publicação encontrou associações significativas entre a gravidade dessa doença, DO e polimorfismos da APOE (E2, E3 e E4).
OBJETIVO OBJECTIVE
 Analisar a epidemiologia da DO e sua relação com os polimorfismos do gene APOE em uma coorte de pacientes com COVID longa. MéTODOS:  Um estudo de coorte prospectiva com pacientes acompanhados em ambulatório neurológico pós-COVID, com DO sendo definida como uma redução subjetiva da função olfativa após a infecção e a DO persistente sendo definida quando a queixa durou mais de 3 meses após a resolução da infecção por COVID-19. Este estudo transversal é parte de uma pesquisa maior com dados anteriormente relatados, focando na performance cognitiva dos pacientes.
RESULTADOS RESULTS
 Foram selecionados 221 pacientes para esse estudo, dos quais 186 haviam coletado amostras de sangue para genotipagem APOE. O grupo DO persistente foi mais jovem e apresentou menor taxa de internação na fase aguda da doença (

Autres résumés

Type: Publisher (por)
 A disfunção olfatória (DO) é uma manifestação frequente da doença do coronavírus 2019 (COVID-19). A apolipoproteína E (APOE) é uma proteína que interage com o receptor da enzima conversora de angiotensina, essencial para a entrada viral na célula. Publicações anteriores sugeriram um possível papel da APOE na gravidade da COVID-19. Até onde sabemos, nenhuma publicação encontrou associações significativas entre a gravidade dessa doença, DO e polimorfismos da APOE (E2, E3 e E4).

Identifiants

pubmed: 39025107
doi: 10.1055/s-0044-1788272
doi:

Substances chimiques

Apolipoprotein E4 0
Apolipoproteins E 0

Types de publication

Journal Article

Langues

eng

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1-7

Informations de copyright

The Author(s). This is an open access article published by Thieme under the terms of the Creative Commons Attribution 4.0 International License, permitting copying and reproduction so long as the original work is given appropriate credit (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/).

Déclaration de conflit d'intérêts

The authors have no conflict of interest to declare.

Auteurs

Danilo Nunes Oliveira (DN)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

José Wagner Leonel Tavares-Júnior (JWL)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Werbety Lucas Queiroz Feitosa (WLQ)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Letícia Chaves Vieira Cunha (LCV)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Carmem Meyve Pereira Gomes (CMP)

Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências da Saúde, Fortaleza CE, Brazil.

Caroline Aquino Moreira-Nunes (CA)

Universidade Federal do Ceará, Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos, Fortaleza CE, Brazil.

Jean Breno Silveira da Silva (JBSD)

Universidade Federal do Ceará, Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos, Fortaleza CE, Brazil.

Artur Victor Menezes Sousa (AVM)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Safira de Brito Gaspar (SB)

Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências da Saúde, Fortaleza CE, Brazil.

Emmanuelle Silva Tavares Sobreira (EST)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Laís Lacerda Brasil de Oliveira (LLB)

Universidade Federal do Ceará, Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos, Fortaleza CE, Brazil.

Raquel Carvalho Montenegro (RC)

Universidade Federal do Ceará, Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos, Fortaleza CE, Brazil.

Maria Elisabete Amaral de Moraes (MEA)

Universidade Federal do Ceará, Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos, Fortaleza CE, Brazil.

Manoel Alves Sobreira-Neto (MA)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.

Pedro Braga-Neto (P)

Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Medicina, Fortaleza CE, Brazil.
Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências da Saúde, Fortaleza CE, Brazil.

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